Sexta-feira, 13 de Maio de 2016
publicado por JN em 13/5/16

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Emissões especiais:

Reportagem TSF (40'): «Leva-me À Estrada do Paraíso»

Zona Franca (40')«As Canções de 'A Vida no Campo'»

 

   

E SE A VIDA PUDESSE SER MAIS AUTÊNTICA?

 

Consegue imaginar uma vida mais serena, mais barata, mais livre? E, se calhar, mais inteligente?

 

A VIDA NO CAMPO traz-nos gentes, saberes e sabores ancestrais. Traz-nos a amizade, o amor e a perda também. Traz-nos cães – traz-nos vários cães, como nos traz outros animais. Traz-nos hortas domésticas e flores. Piqueniques, caminhadas a perder de vista e barcos navegando no horizonte. Crepúsculos românticos e dias de frio à lareira.

 

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EXPRESSO

«A redescoberta da vida inteira.»

LER

«Há-de iluminar o teu dia.»

TSF

«Um livro belo.»

CORREIO DA MANHÃ

 

PRINCIPAIS ENTREVISTAS:

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«A escrita é concisa, cuidadosa, composta palavra a palavra, sob pressão, de uma tranquilidade melancólica, atenta às mutações, aos hiatos, ao que fica do que passa. (...) "A Vida no Campo" é um "poema à duração". Um elogio da transmissão geracional, das boas pessoas, dos objectos herdados, da felicidade pela agricultura, do viver habitualmente. A Terra Chã desenha-se como uma hipótese de salvação pela Humanidade comum.»

PEDRO MEXIA (Expresso)

 

«Onde se escreve com elegância e emoção sobre os lugares amados – demora aí o teu olhar, querido ouvinte, se mereço o teu crédito. Há-de iluminar o teu dia. (...) Joel Neto é um homem de carácter. É aquele que perpetua, como o mostra este  belo e comovente livro, que me deixa entre uma benévola melancolia e uma irreprimível vontade de chorar.»

FERNANDO ALVES (TSF)

 

«Vivo no campo, mas nunca me senti tão próximo dele como depois de ler este livro. A escrita do Joel é uma varanda para a paisagem que a interpreta e a faz florir. Devo-lhe, depois disto, o facto de ter uma visão mais clara através das minhas janelas, como quem desembacia o vidro, e de me ter assombrado com recordações que eu julgava serem minhas, mas que, afinal, são absolutas.»

AFONSO CRUZ

  

«Joel Neto decidiu ir viver na terra dos seus maiores, ilha Terceira, Açores – o relato desses anos, e dessa conversão, vem neste diário que trata de coisas simples: o dia a dia na sua aldeia, de onde se suspeitam os telhados de Angra, a ventania sobre as araucárias, os gestos simples de economia doméstica, a redescoberta da vida inteira.»

LER

  

«Joel Neto escreve sobre as particularidades da vida no campo com um enlevo sóbrio. Coisas invulgares, como plantar um plátano ou um castanheiro, adquirem a naturalidade de um gesto simples, embora carregado de significado.»

CARLOS VAZ MARQUES (TSF)

  

«Um livro em forma de diário que pode ser lido como um romance. Nele, Joel Neto revela uma intimidade com o lugar e quem o povoa através de uma escrita descomprometida e pouco artificiosa.»

ISABEL LUCAS (Estante)

  

«Um livro extraordinário. Joel Neto é um dos grandes escritores portugueses contemporâneos.»

JÚLIO MAGALHÃES (Porto Canal)

  

«Quando discorre sobre a vida no campo, Joel Neto escreve com o maravilhamento de alguém que vem de fora. Quando escreve sobre a cidade, as raízes campestres notam-se em cada parágrafo.»

SÁBADO

  

«Joel Neto, a viver nos Açores, oferece-nos um livro belo sobre a vivência na ilha – e com eles percebemos que os mistérios da natureza humana não sofrem grandes variações geográficas.»

JOÃO PEREIRA COUTINHO (Correio da Manhã)

 

«De um lirismo firme e urgente. Há um trecho que luta com essas nossas ideias de felicidade com algodão. "Isso aqui também é meu!", grita a personagem diante do "nada que é seu". E talvez aí resida a decisão mais humana que se pode tomar diante do absurdo: a decisão de um delírio. Joel Neto vive alhures, mas escreve pelas cercanias do que há de comum em qualquer geografia.»

CÁSSIO PANTALEONI (Brasil)

 

«Misturam-se memórias e observações, numa constante procura identitária, social e literária.»

JORNAL DE LETRAS

 

 

«Um grande contador de histórias. (...) Um livro luminoso, profundamente humano e belo.»

MÁRIO RUFINO (Diário Digital)

 

«Tenho-o feito render, praticamente uma página por dia, para não chegar ao fim. A maneira quase teológica como Joel Neto vê o campo, a sua linguagem cristalina... Um escritor magnífico. E uma cabeça universal reflectindo sobre a província.»

RITA FERRO (RTP/Smotth FM)

 

«Depois do sucesso de "Arquipélago", um diário com o fôlego e o caparro de um romance, e a capacidade que este senhor tem de transformar a realidade em literatura.»

HUGO GONÇALVES

 

«Um primoroso acto literário, uma ode simultaneamente original e de imediato reconhecida ao modo como vivemos entre o riso e o medo. A obra de Joel Neto é já uma confirmação faulkneriana de que um pequeno e delimitado território natal é o único espaço essencial a uma outra grande arte literária. A grande literatura não poderá ser muito mais do que isto.»

VAMBERTO FREITAS (Açoriano Oriental) 

 

«Que delícia ler o Joel Neto. Escreve como se tanto lhe fizesse: que lêssemos ou o deixássemos a falar sozinho.»

FERNANDO VENÂNCIO

 

«Um registo íntimo e intimista. Um escritor de robustíssimo talento.»

VICTOR RUI DORES (Diário Insular)

 

 

«Passadas 30 páginas, só me apetece sentar junto aos velhotes, à espera da urbana, para ouvir as suas histórias. Que maravilha. Triste, melancólico, hilariante. Tem de tudo. Especialmente a capacidade do autor em contar histórias. Livro luminoso.»

MÁRIO RUFINO

 

 

«"A Vida no Campo" mostra-nos como Joel Neto voltou a ver estrelas e delas fez literatura, sublime.»

ANTÓNIO SIMÕES (A Bola)

 

«Excelente.»

DINIZ BORGES

 

 

«O que me impressiona nos livros de Joel Neto é o cuidado posto na escrita. Mais do que o imaginário açoriano, mais até do que o conteúdo das suas reflexões, é na forma que ele me impressiona. Já são poucos os que escrevem assim, com esta maestria.»

JOSÉ LOURENÇO

  

 

«Ontem, enquanto lia A vida no campo no metrô, perdi a estação em que deveria descer. (...) Ali sim, estou encontrando acolhida, descanso, proteção.»

HELENA COSTA (Duas  Fridas, Brasil)

  

«O estilo perfeccionista, objectivo e cuidado da escrita de Joel Neto, aplicado ao sentido profundamente humano com que observa a vida, transformam todos os actos do quotidiano que vive em verdadeiras pérolas literárias. ["A Vida no Campo"] Rivaliza com muitos clássicos onde se destila sabedoria, mas desta feita uma sabedoria humilde, da prática do dia a dia, e do profundo conhecimento da vida que se encontra enraizado em cada um de nós e que a cada um ultrapassa.»

PAULO NEVES DA SILVA

  

«Há a largueza – de horizonte –, a densidade – das emoções, dos conhecimentos, das revelações e até os silêncios onde somos mais – se conseguirmos estar connosco. Em "A vida no Campo", o silêncio íntimo faz-se palavra e a paisagem, com homens, ganha verbo, através da escrita desafectada, plena, animada por emoções e revelações, de Joel Neto.»

MARIA DO CARMO PIÇARRA (Diário do Alentejo)

  

«Mais um grande livro! Mais de duzentas páginas destinadas a êxito garantido.»

JOSÉ MANUEL SANTOS NARCISO (Expresso Atlântico)

 

«É aqui, em "A Vida no Campo", que me reencontro com os nossos, que me emociono de orgulho pelos portugueses e pela diversidade no que somos. Não são os jogadores da selecção, as bandeiras nas janelas. É Joel captando na suas páginas como somos e de onde vimos. Um dia, todos esses livros que compramos nos supermercados ou encontramos empilhados nas bancas das livrarias desaparecerão. Mas a obra do Joel resistirá.»

PAULO CAIADO

 

«Pensava eu que algumas recordação eram apenas minhas. Não o são. O livro do Joel Neto é uma viagem ao campo e à memória de todos nós. Escrito com o coração desembaciado e emoção. Um prazer.»

HELENA FERRO GOUVEIA

  

 

«Este "A Vida no Campo" é as pessoas que o habitam como a uma casa. Pessoas edificadas de tamanha humanidade que deixam de ser os habitantes da Terra Chã e da Terceira, a fim de serem os nossos conterrâneos. Dei comigo a encontrar-me com o meu pai e a forma como faz crescer a vida no quintal, a minha mãe em volta do forno com o cheiro do pão acabado de cozer, e todo o legado que o meu avô de certa forma me deixou.»

HELDER MAGALHÃES

  

«Como leitora, gosto muito do escritor Joel Neto. Como pessoa, e como também a mim “só o que é íntimo me interessa”, fiquei a apreciá-lo imenso. Sendo um “bon vivant”, possuiu a disciplina de quem há muito cumpre prazos para publicação; e muita sabedoria de vida. Revela grande delicadeza no trato de pessoas, animais e vegetação, assim como um sentido de humor apurado.»

ILDA JANUÁRIO (Milénio)

  

 

«Um relato nostálgico, mas vibrante e encantador, de um quotidiano descomplicado de gente simples numa terra mágica.»

VÍTOR CATULO (Rede Regional)

 

«Em três dias, devorei – em todos os intervalos de uma vida bem preenchida – as maravilhosas páginas deste diário. Excepcional. As personagens transformaram-se em imensas pessoas da minha vida.»

ANDREIA MELO  

 

«Gostava muito que os meus filhos lessem estes textos. Porque são bons e belos e verdadeiros. Porque nos falam de árvores desconhecidas como as criptomérias, cuja madeira é mole mas resistente à humidade, e do perfume inebriante das flores brancas do jasmim ao cair da noite. E que vontade de ir à pesca, coisa que jamais fiz. Ainda irei a tempo?»

CÉU COUTINHO (Capazes)

 

«Nele cabe a infância e a memória, a amizade e o amor, sempre com o engenho literário de alguém que nos tem habituado a grandes crónicas e que possui a arte de escrever (muito) bem e de forma condensada. Um exercício autoral, que permite assistir à transmutação da vida real em literatura. Em boa literatura.»

PEDRO MIGUEL SILVA (Deus Me Livro)

 

«Um açoriano que volta a morar nos Açores depois de vários anos em Lisboa. A visão de quem já esteve fora e consegue apreciar todas as pequenas idiossincrasias dos seus conterrâneos. Muito bem escrito, com um pingar de ternura que não chega a ser lamechas.»

FRANCISTA PRIETO (Delito de Opinião)

 

«Um bom livro faz-me ter vontade de escrever melhor, o que se torna automático quando leio o Joel Neto. Porque é isso que ele faz, escreve divinamente, como eu gostaria de escrever um dia, como só quem ama as palavras e lhes presta as devidas honras consegue. Concilia perfeitamente uma escrita objetiva e clara com a beleza e a poesia da literatura, a inteligência de quem pensa e a sensibilidade de quem integra. Com sentido de humor, muito sentido de humor. Um humor que agora é maduro, livre da ditadura da persona e da defesa do ego.»

ISABEL DUARTE SOARES (Eça é Que é Essa)

 

«Dei por mim, diversas vezes, a deixar cair umas lágrimas aqui, outras acolá, perante a magnífica experiência que Joel Neto me proporcionou. Qualquer pessoa que já tenha tido algum contacto com a vida rural e/ou insular se irá agarrar com força a este livro e guardá-lo com carinho durante muito e muito tempo. Os restantes, bem, esses ficarão com vontade de ter contacto com a vida no campo o mais brevemente possível.»

ALEXANDRA (Gira-Livros)

  

«Quem disse que a felicidade não tem história? Contem com poesia inesperada e um absurdo desejo, não de sofrer, mas de ser feliz.»

CÉU (Senhoras da Nossa Idade)

 

«Fiquei arrebatada logo às primeiras linhas. A escrita de Joel Neto é envolvente e viva. (...) Cada uma destas entradas é rematada com uma frase brilhante.»

MARIA JOÃO DIOGO (A Biblioteca da João)

 

«Belo livro.»

JOSÉ DO CARMO FRANCISCO (Transporte Sentimental)

 

«Ler este livro não é só um passeio na fantástica ilha Terceira. É uma tomada de consciência. É um acordar meigo para o que a vida poderá ser.»

MÁRCIA (Planeta Márcia)

 

«Este livro volta a demonstrar-me que Joel Neto é, realmente, um dos melhores escritores da actualidade. Metam-no na vossa mesinha de cabeceira e façam um pacto com vocês mesmos de que irão ler uma crónica/entrada por dia (duvido que consigam ler só uma por dia) e tentem combater a vontade louca que terão em se mudar para o campo. Se, como eu, têm o privilégio de já lá morar, preparem-se pois a vossa visão do local onde vivem nunca mais será a mesma.»

ROBERTA FRONTINI (Flames)

 

«Foi encetado num voo para o Pico. Não podia ter escolhido melhor companhia. A visão de quem já esteve fora e consegue apreciar todas as pequenas idiossincrasias dos seus conterrâneos.
Muito bem escrito, com um pingar de ternura que não chega a ser lamechas.»

LIVRARIA DÉJÀ LU (Déjà Lu)

 

«Fez-me pensar nos cenários dos romances de Júlio Dinis, d'"A Cidade e as Serras" ou dos poemas de Cesário Verde. Um livro de homenagem à terra do autor, que também é a minha. Aos lugares, aos costumes, ao falar, às pessoas. Um livro que, sem qualquer sombra de cinismo, é um hino à Terceira.»

ILÍDIA BETTENCOURT (Acre e Doce)

 

«A minha estreia com o autor foi com A Vida no Campo. E foi uma excelente estreia. Fiquei rendida. A escrita é maravilhosa, real, honesta. Somos transportados para um lugar que parecemos conhecer tão bem.»

ISAURA PEREIRA (Jardim de Mil Histórias)

 

«O leitor sente-se parte, reconhece-se e pergunta-se se valerá a pena, quando tudo pode ser tão mais simples, sem ser simplista. Quando tudo pode ser melhor, muito melhor do que vaguear entre tantas outras personagens construídas pela vida na cidade.»

ANÍBAL PIRES (Momentos)

 

«Há livros que me fazem querer ir mais cedo para a cama para os ler. Este também. Mas que me tenha feito o que este fez, não me recordo: levantar-me. Aos sábados vou tendo a fantasia de acordar mais tarde, de poder ficar mais tempo na cama. Raramente o consigo. Mas hoje saltei da cama para fora. Por causa deste livro.»

PAULA ESPADA (Pedaços de Mim)

 

«Ainda não tinha terminado o "Anúncio" e já sabia que valeria a pena. Um cisco no olho, talvez. E a vontade de contar pequenos acontecimentos singulares.»

PEDRO RUI SILVA (Funge Com Frango Frito)

 

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6 comentários:
De Joana a 15 de Julho de 2016 às 09:28
Olá outra vez,

Como solicitado, aqui estou. Terminei o "Arquipélago" em menos de uma semana (uma semana de trabalho, com festas que se estenderam até tarde e com as férias dos miúdos para gerir - por isso, demorei mais do que me apetecia, por falta de tempo).
Gostei muito do que li, sofri bastante por algumas perdas, deliciei-me com algumas vitórias, vi a vida deles todos como personagens bastante completas.
Ler "A vida no campo" antes deu-me uma preparação maior para absorver as personagens, o campo e as histórias que se cruzam no "Arquipélago".
Muito fixe. Obrigada e até à próxima (isto é, o que devo ler a seguir? o de golf não dá para mim),

Joana
De JN a 25 de Julho de 2016 às 21:44
Olá, Joana. Não sei bem o que aconselhar-lhe. Todos os meus livros anteriores são de outras fases. "Os Sítios Sem Resposta" é de uma fase de transição, mas versa o futebol como derradeira possibilidade de comunhão entre um pai e um filho. Quer arriscar? Um abraço e muito obrigado pelas suas extraordinárias palavras! Joel

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Joel Neto


Joel Neto nasceu em Angra do Heroísmo, em 1974, e vive entre a freguesia rural da Terra Chã, na ilha Terceira, e a cidade de Lisboa. Publicou, entre outros, “O Terceiro Servo” (romance, 2000), “O Citroën Que Escrevia Novelas Mexicanas” (contos, 2002), “Banda Sonora Para Um Regresso a Casa” (crónicas, 2011) e “Os Sítios Sem Resposta” (romance, 2012). Está traduzido, editado e/ou representado em antologias em países como Inglaterra, Polónia, Brasil, Espanha e Itália. Jornalista de origem, trabalhou na imprensa, na televisão e na rádio, como repórter, editor, autor de conteúdos e apresentador. Hoje, dedica-se sobretudo à crónica, ao diário e à crítica, que desenvolve a par da escrita de ficção. (saber mais)
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