Quinta-feira, 24 de Setembro de 2015
publicado por JN em 24/9/15

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1ª edição Maio 2015 • 2ª edição Junho 2015 • 3ª edição Julho 2015 • 4ª edição Agosto 2015 

 

Finalista do Prémio Literário Fernando Namora 2015

 

«Uma celebração dos Açores.»

JORNAL DE LETRAS

 

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EXPRESSO

 

«Um romance de tirar o fôlego.»

RTP

 

«Excepcional.»

João de Melo

 

PRINCIPAIS ENTREVISTAS:

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COMENTÁRIOS E AVALIAÇÕES DOS LEITORES:

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"ODE A ANGRA MINHA CIDADE EM TOM DE ELEGIA", de Marcolino Candeias

LIDO POR JOEL NETO:

 

 

PRINCIPAIS CRÍTICAS: 

«Excepcional. Obras de tão superior qualidade como este Arquipélago não acontecem todos os dias. Nem todos os anos. Notável.»
João de Melo

 

«Quando começamos, não conseguimos largar. Uma verdadeira epopeia.»
Alice Vieira

 

«Uma celebração dos Açores, com todas as suas nuances, especificidades, cores, histórias e silêncios.»

Luís Ricardo Duarte (Jornal de Letras)

 

«A grande obra de Joel Neto até à data. Uma saga que parte do mistério do desaparecimento de uma menina para contar a história de uma ilha e a odisseia de um povo constantemente assombrado por terramotos. Uma reflexão sobre a insularidade e um bom exemplo do que deve ser a colecção Livros RTP.»

Inês Pedrosa (Antena Um)

 

«Magnífico. Não creio que possa ser facilmente ultrapassado entre nós na sua dimensão formal e temática, na expansividade da sua narrativa, no inter-relacionamento das inúmeras personagens de várias gerações, no mistério tornado história plausível, no seu profundo diálogo com toda a tradição literária açoriana.»

Vamberto Freitas

 

 «Um livro fantástico, com aquela escrita mágica que encontramos em alguns livros sul-americanos. Um romance que aconselho vivamente.»

Manuel Luís Goucha (TVI)

 

«Um belo romance [sobre] as ilhas de todos os mistérios e maravilhas, os Açores. Uma teia muito bem conseguida. Fascinante.»
Fernando Sobral (Jornal de Negócios)

 

«Não convém nunca perder de vista esse extraordinário livro que se chama 'Arquipélago'. É absolutamente notável, este regresso de Joel Neto aos Açores.»
João Gobern (RDP-Antena 1)

 

«Um romance de largo espectro como há muito não acontecia no universo literário açoriano. Uma vasta tapeçaria em que os fios se cruzam (e por vezes se descruzam também), num registo ora realista, ora fantástico ou meramente fantasioso, ora ainda cronístico, alternando os grandes planos e movimentações com a intimidade microscópica do comportamento e dos gestos individuais. A Terceira merecia isto. E nós, leitores, também.»

Urbano Bettencourt

 

«Eu soube que não estava sozinha ao ler o livro [Arquipélago] durante uma fase tremendamente solitária da minha vida.»

Ana Marta Ramos (Senhoras da Nossa Idade)

 

«À clássica pergunta “que livro levarias para uma ilha deserta”, responderia agora "Arquipélago, de Joel Neto". Ler numa ilha um livro passado numa ilha que fala de alguém em busca das origens dessa ilha e das suas próprias origens – há algo de circular e hipnótico nisto, tudo o que de fantástico encerra a própria ideia de ilha.»

Céu Coutinho (Maria Capaz)

 

«Estou naquele hiato entre um livro e o próximo, um não-lugar entre mundos, sem conseguir desapegar completamente dos personagens e paisagens açorianos, habitantes do livro de Joel Neto. Tudo sobre esse “Arquipélago” foi sempre cercado de encanto (...). Um romance intimista, uma trama de suspense e história, uma ode sincera aos Açores. Uma lente que se aproxima e se afasta com maestria, realizando o truque próprio da boa literatura: desloca o leitor de sua realidade, retira-o de sua zona (que é sempre de conforto) ao mesmo tempo em que faz com que se identifique com lugares em que nunca esteve e com pessoas que jamais encontrou ou encontrará.»

Helena Costa (Duas Fridas, Brasil)

 

«Se dúvidas houvesse, "Arquipélago" desfê-las: Joel Neto é uma revelação na literatura em português. [Um livro] Sublime, encantador.»

António Simões (A Bola)

 

«'Arquipélago' remete-nos para o destino da vida humana no teatro do mundo. A ilha Terceira apenas lhe dá décor e habitat. Joel Neto é a afirmação inequívoca de uma verdadeira vocação de escritor.»

Victor Rui Dores (Açoriano Oriental, Diário Insular, Tribuna das Ilhas)

 

«Um acto de amor e um acto de generosidade. Um romance quase total, com personagens que parece quererem rasgar as suas páginas, escapar-se delas. Joel Neto é uma das pessoas mais generosas que eu conheço. E o escritor mais profissional que se pode encontrar.»

Nuno Quintas

 

«O contador de histórias que a paisagem dos Açores há muito esperava.»

Eric Frattini

 

«Uma belíssima geografia de recomeços. São silêncios como estes que nos agarram pela intimidade. E pela culpa.»

Miguel Guedes

 

«Apesar de todo o poder descritivo de que Joel Neto faz uso, é na aguda exposição dos relacionamentos humanos que se encontra o coração deste romance. É a prova de que há uma forma intelectualmente honesta e literariamente superior de escrever e chegar às pessoas.»

Pedro Miguel Pereira (Açoriano Oriental)

 

«Uma ficção com dois grandes eixos: o da viagem à volta da ilha e o da viagem interior. Arrisco dizer que Arquipélago se situa entre duas grandes obras da literatura ocidental: a Odisseia, de Homero, e Viagem À Volta do Meu Quarto, de Xavier de Maistre.»

Carlos Bessa 

 

«Uma verdadeira obra de arte. Dos Celtas à Atlântida, dos cultos aos medos, das origens das touradas ao Divino: as mais difíceis teorias de mãos dadas com os problemas do quotidiano, feito de amores e desamores, rituais sangrentos e ódios guardados em segredos profundos. Tudo embrulhado numa clara, lúcida e diria que heróica descrição de ambientes e costumes dos Açores, principalmente da Terceira.»

Santos Narciso (Atlântico Expresso) 

 

«Excelente.»

Inês Nascimento Rodrigues (Rádio Universidade de Coimbra) 

 

«Um livro que nasce do olhar de Joel Neto sobre a beleza dos Açores. E da paixão.»
Pedro Rolo Duarte (RDP-Antena 1)

 

«Um dos melhores romances que li nos últimos tempos.»
Luís Corredoura

 

«Inevitável evocar Mau Tempo no Canal, de Vitorino Nemésio. Se, porém, ambas as obras exploram questões existenciais dos protagonistas no contexto da insularidade, sublinhem-se diferenças fundamentais. A obra de Nemésio aborda a moral burguesa asfixiante da sociedade açoriana nas primeiras décadas do século XX, enquanto Neto toma a gente simples, cuja força e dignidade Nemésio também retratara, como matéria para aprofundar o olhar sobre o arquipélago.»

Maria do Carmo Piçarra (Diário do Alentejo) 

 

«Desde a primeira página que fiquei preso. Já outros, o disseram: é um grande livro. Ficará na história da literatura com um dos grande romances da língua portuguesa. É um livro que “agarra” o leitor desde o começo e que o atira para dento das vidas dos personagens, todos eles extremamente bem trabalhados, num conjunto de vozes que dialogam diretamente com cada leitor. Um livro que marcará várias gerações.»

Diniz Borges 

 

«Atlântida ou Avalon, como se sugere neste livro magistral, importa perceber só isto mesmo: que os Açores vivem da magia e nos seus mistérios reside toda a sua força da gravidade.»

Paulo Matos (Diário Insular)  

 

«Joel Neto fala da reconstrução da ilha Terceira. Narra os desgostos e os crimes. Fala dos sentimentos de perda e de conquista, de procura e de encontro, de desilusão e de força. Também existe amor dentro deste livro. E ilusões capazes de derrubar uma personagem. E nós, leitores, vamos no embalo. Sentimos o que sentem as personagens. É um orgulho ter escritores assim nos Açores!»
Patrícia Carreiro (Terra Nostra)

 

«Uma narrativa viciante. Com os sabores e os odores do basalto da Terceira; com as histórias de quem vai, de quem vem e de quem fica e da sua ligação com a terra e com o mundo. A nova geração de escritores açorianos a deixar a sua marca na literatura portuguesa. Que bom!»

Idália Serrão

 

«Um livro que me reconciliou com a leitura de romances. Leiam-no como quem bebe um cálice de verdelho velho, às quatro/cinco páginas de cada vez. Não passem das dez. Saboreiem-no.»

Francisco Reis Maduro-Dias

 

«Uma obra que responde a uma geração, a uma caminhada por recantos e histórias que marcaram e ainda marcam um tempo das ilhas e de um país ilhéu. Um sismo literário, uma paragem obrigatória.»

Rui Goulart

 

«Quando muitos terceirenses se questionam sobre o futuro da sua ilha, surge uma obra que abraça todas as suas riquezas humanas, paisagísticas e culturais, reavivando assim a chama da terra dos bravos. Sabe bem, mesmo a mim.»

Paulo Noval (Açoriano Oriental)

 

«Muito provavelmente, pode ser considerado o melhor livro nacional do ano até à data. (...) História de amores e desamores, finais e recomeços, “Arquipélago” tem o perfume dos grandes clássicos e o fôlego de uma grande epopeia, vivida num dos últimos paraísos da Terra. Um livro belíssimo.»

Pedro Miguel Silva (Deus me Livro)

 

«A vidas de José Artur, Luísa, Maria Rosa, Elisabete, Elias Mão-de-Ferro, (...) Deodato Silveira-Goulart e, claro, José Guilherme e André Drumonde vão-se misturando e formando um enorme romance à moda antiga, com paixões, traições e rivalidades familiares, hierarquias e lutas quase territoriais, prestando sempre homenagem aos Açores na sua essência. Uma ode às gentes, aos costumes, aos dialectos e aos vocabulários.»

EfeitoCris (Roda dos Livros)

 

«As últimas duzentas páginas acabaram por superar tudo o que tinha imaginado acerca de um livro. Não sei se vos consigo explicar isto muito bem. Este livro é maravilhoso.»

Cláudia Oliveira (A Mulher Que Ama Livros)

 

«Quando a acção se processa calmamente e o ritmo é tranquilo, um soco atinge-nos. (...) [Uma Leitura] Especial na sua grandeza, na sua forma, na maneira como está escrito e como os Açores, mais propriamente a Ilha Terceira, estão descritos. Só quando terminei a sua leitura é que me apercebi da sua dimensão. Uma sensação de paz (...) acometeu-me.»

Cristina Delgado (O Tempo Entre Os Meus Livros)

 

«Do princípio ao fim, a leitura de Arquipélago envolve-nos, enreda-se em nós e subjuga-nos como o típico nevoeiro açoriano que nos impossibilita ver para além do que está ao alcance das nossas mãos. Nos oito dias em que o romance me fez companhia foi assim que me senti, atrapada num redil de paisagens geográficas, climatéricas, gastronómicas, linguísticas, místicas, míticas, históricas, sociais e pessoais»

Cristina Delgado (O Sabor dos Meus Livros)

 

«Cheguei a ter pesadelos e insónias porque não conseguia compreender o mistério por detrás de algumas personagens, e não queria parar sem os ter todos desvendados. Quando um livro mexe assim connosco, significa que estamos perante algo de extraordinário. E é por tudo isto que julgo poder afirmar que esta é uma das melhores obras escritas em língua portuguesa nos últimos anos.»

Roberta Frontini (In Flames We Trust)

 

«Um ritmo sedutor, uma escrita impecável, descrições fantásticas e bem integradas de lugares, sabores, até conceitos, personagens densas, personagens caricatas, personagens que, como Luísa, se deixam apenas antever, e tudo funciona para fazer dele uma belíssima leitura.»

Carla M. Soares (Monster Blues)

 

«Uma obra-prima. A escrita é simples, directa, criativa, detalhada, poética, pausada e concisa. A leitura é agradável, doce, delirante, compulsiva, viciante e fluída. E o ritmo da leitura alucinante.»

Manuela Santos (Marcas de Leitura)

 

«Há muito que o país precisava de um autor assim, de um autor que agarrasse um livro como quem agarra a corda que da outra extremidade o touro rechaça. Portugal está mais rico na literatura hoje, e estarei sempre atenta às novas obras que este punho produza. Até hoje julgo que nenhum autor português (teria de revisitar Eça ou Camilo para o dizer em absoluto) teve este talento para descrever paisagens e as entranhar em nós.»

Célia Correia Loureiro (Castelos de Letras)

  

«Em Arquipélago, podemos encontrar um alimento que tem tantos ingredientes de romance, como também umas pitadas de thriller, com a intriga a marcar o passo e o mito da Atlântida como catalisador.»

Sofia Teixeira (BranMorrighan)

  

«Gosto de originalidade em detrimento da onda avassaladora que se submete às tendências de uma época e tende a homogeneizar tudo o que entretanto vai saindo num dado período e neste aspeto "Arquipélago" é de facto diferente e segue um estilo próprio.»

Carlos Faria (Geo Crusoe)

  

«Podia ficar apenas pelo “gosto” que já deixei na página do Facebook do autor, mas era pouco face ao prazer que me proporcionou a leitura. Quem conhece a ilha Terceira sente-a nas páginas do Arquipélago, sente os seus odores e as brumas a entranharem-se no corpo, percorre trilhos e pastos, mergulha nos mistérios da ilha, os da noite justiceira e os dos sinais escavados nas pedras ou com pedras erigidos. Instala-se uma incontornável vontade de a redescobrir, nem que seja apenas numa revisitação à orgia de sabores da sua original gastronomia.»

Aníbal Pires (Momentos)

 

«A escrita é intocável. Soberba! Vale todos os elogios que lhe têm sido tecidos ao longo destes tempos. Joel Neto e a sua escrita é bom que tenham vindo para ficar! E é por tudo isto que julgo poder afirmar que esta é uma das melhores obras escritas em língua portuguesa nos últimos anos, e Joel Neto um dos maiores e melhores romancistas lusófonos.»

Roberta Frontini (In Flames We Trust)

  

«Um livro para muitos públicos, mas essencialmente para quem vibra com uma história de amor ou então para quem, como eu, foi procurar conhecer e entranhar-se no ambiente dos Açores.»

Cristina Rodrigues (Com Regras)

 

VENDA ONLINE:

RTP: aqui › Wook: aqui  › Bertrandaqui Fnac: aqui › Bulhosaaqui › Loja do Adrianoaqui 

 

No último paraíso do Planeta, a meio caminho entre o Velho e o Novo Mundo, as ventanias preparam a sua ofensiva. Ardem vulcões e terramotos, e é contra a morte que o povo dos Açores festeja, eufórico, como se em todo o caso o fim estivesse próximo.

De regresso às ilhas após trinta e cinco anos de ausência, José Artur Drumonde colecciona afectos e perplexidades. Há Elias Mão-de-Ferro, um velho endurecido pela vida no mato e pela culpa. Há Maria Rosa, uma pequena maria-rapaz, loira como só aos oito anos, conhecedora das raças de vaca e da natureza humana. Há Cabrinha, taberneiro e manipulador da consciência colectiva; há La Salete, a sua filha cozinheira e sábia; há Luísa Bretão, mulher de beleza e silêncios, a quem o regressado demorará tempo de mais a declarar-se.

A sua viagem não é a de um vencedor. Com a carreira na universidade onde ensina em risco, José Artur voltou em busca do que quer acreditar serem vestígios da Atlântida, a utopia há tanto procurada por arqueólogos e historiadores, e provavelmente também da memória de José Guilherme, o avô de cuja vida de adulto a sua própria existência fora, décadas antes, uma reprodução em ponto pequeno.

A terra não treme sob os seus pés: nem o maior o terramoto o seu corpo será capaz detectar, no que constituirá o mais evidente sinal da incompletude da sua pessoa. Na autenticidade da vida do campo, na repetição dos gestos dos seus antepassados – aí se encontrará, talvez, a redenção.

Mas as entranhas da velha casa familiar escondem um segredo: os ossos de Elisabete, a criança desprovida de um braço e dotada de força sobre-humana cujo desaparecimento, quase quarenta anos antes, coincidira com o fim da sua própria infância. E, à medida que – ao volante do seu Boca de Sapo verde-garrafa e na companhia do seu cão dourado –, o professor vai progredindo numa investigação algo caótica, para que o empurra mais a urgência do que a vontade, aquilo com que se depara são as pistas de uma vingança demasiado antiga, envolta numa teia de mentiras e já com um rasto de destruição demasiado extenso para que a possa desmontar um só homem.

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Quarta-feira, 5 de Maio de 2010
publicado por JN em 5/5/10

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Joel Neto


Joel Neto nasceu em Angra do Heroísmo, em 1974, e vive entre a freguesia rural da Terra Chã, na ilha Terceira, e a cidade de Lisboa. Publicou, entre outros, “O Terceiro Servo” (romance, 2000), “O Citroën Que Escrevia Novelas Mexicanas” (contos, 2002), “Banda Sonora Para Um Regresso a Casa” (crónicas, 2011) e “Os Sítios Sem Resposta” (romance, 2012). Está traduzido, editado e/ou representado em antologias em países como Inglaterra, Polónia, Brasil, Espanha e Itália. Jornalista de origem, trabalhou na imprensa, na televisão e na rádio, como repórter, editor, autor de conteúdos e apresentador. Hoje, dedica-se sobretudo à crónica, ao diário e à crítica, que desenvolve a par da escrita de ficção. (saber mais)
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Os Sítios Sem Resposta
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"O Terceiro Servo"
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