Versão radiofónica: aqui Ontem voltámos à Serreta, a passear os cães. Estacionámos no Miradouro, descemos pela bagacina – e de repente ali estava ele, o cheiro, como um anúncio do novo ano. Entrava-me pelas narinas, num misto de agridoçura e frescor que era também uma visitação estival, e devolvia-me não só à circularidade do tempo, … Continue a ler A última árvore do mundo
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